Queria ser ingenuo
Não conhecer a verdade
Não conhecer a vontade
Queria não ter segredos
Não guardar segredos
Queria ser feliz
Sem saber de como somos tristes
Queria não lembrar da dor
Queria lembrar de como era fraco
Queria ser feliz com pouco
Não ter saudade do outro
Queria acreditar em todo mundo
Queria não entender o outro
Saber que não estão mentindo
Queria não mentir, pra me proteger como ao outro da verdade
Queria começar de novo, não lembrar de nada
Queria não precisar escrever esse poema hoje,
e não estar triste por nada
Queria me apaixonar de novo,
sofrer de novo
E errar tudo de novo
queria saber terminar esse poema,
sabendo que ser ingenuo poderia melhorar tudo
mas não sou mais ingenuo para achar isso!
quinta-feira, 30 de maio de 2013
domingo, 26 de maio de 2013
Rascunho
Traço mal feito
Todo um borrado imperfeito
Impessoal, criticado
Mais um papel amassado no lixo
Mal traçado, torto, desengonçado
Odeio o ser critico
Odeio meu alto controle
Privo-me de mim mesmo, da folha em branco
Escrevo rabiscos, desenho cada letra
Somente a inspiração que nunca chega
Quantos textos impulsivo
Não estão lotados na última gaveta
Queria ter alguém um dia que entendesse
Que me desse o prazer de mostrar todas as rasuras
Que selecionasse todas as ideias que nunca foram ditas
Que lesse meus rascunhos
Todo um borrado imperfeito
Impessoal, criticado
Mais um papel amassado no lixo
Mal traçado, torto, desengonçado
Odeio o ser critico
Odeio meu alto controle
Privo-me de mim mesmo, da folha em branco
Escrevo rabiscos, desenho cada letra
Somente a inspiração que nunca chega
Quantos textos impulsivo
Não estão lotados na última gaveta
Queria ter alguém um dia que entendesse
Que me desse o prazer de mostrar todas as rasuras
Que selecionasse todas as ideias que nunca foram ditas
Que lesse meus rascunhos
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Quebra-Cabeça
Uma vez eu escrevi
tinha muita coisa não dita
coisa que nunca poderia ser escrita
mas dessa vez eu escrevi
Esse texto ainda existe
É simplesmente meu dossiê
Mas que nunca seja lido
Não quero precisar matar ninguém
Misterioso virgula
Tenho mais segredos guardados que meus
Minhas historias estão espalhadas
Minhas verdades estão todas ditas
Sou um quebra-cabeça
cada um tem uma peça
Mas tem peças que só pertencem a mim
Nunca serei montado.
tinha muita coisa não dita
coisa que nunca poderia ser escrita
mas dessa vez eu escrevi
Esse texto ainda existe
É simplesmente meu dossiê
Mas que nunca seja lido
Não quero precisar matar ninguém
Misterioso virgula
Tenho mais segredos guardados que meus
Minhas historias estão espalhadas
Minhas verdades estão todas ditas
Sou um quebra-cabeça
cada um tem uma peça
Mas tem peças que só pertencem a mim
Nunca serei montado.
Par Passado
Esta tudo dito, tudo conversado, tudo vivido
só as palavras precisam existir pra se dizer
Preciso me expressar, a língua falada é tao fútil
Preciso de cada palavra pra dizer o que é o amor
Quem sabe aquela noite de maio de uma sexta qualquer
De um ano impar possa ser escrito, o que eu não consegui dizer
Faltou muito, muita coisa pensada para pouca palavra
Vontade essa agora de fazer diferente, e conseguir escrever tudo
Sentirei falta quando tiver passado
Será q amarei depois, diferente do que não amei antes
Será q esse ano impar poderá ser melhor do q o par passado
O tempo esta acabando a cada minuto que vai passando
E e eu quero ir embora, para sentir falta depois
Quero me abraçar com o travesseiro e acordar no ano q vem!
só as palavras precisam existir pra se dizer
Preciso me expressar, a língua falada é tao fútil
Preciso de cada palavra pra dizer o que é o amor
Quem sabe aquela noite de maio de uma sexta qualquer
De um ano impar possa ser escrito, o que eu não consegui dizer
Faltou muito, muita coisa pensada para pouca palavra
Vontade essa agora de fazer diferente, e conseguir escrever tudo
Sentirei falta quando tiver passado
Será q amarei depois, diferente do que não amei antes
Será q esse ano impar poderá ser melhor do q o par passado
O tempo esta acabando a cada minuto que vai passando
E e eu quero ir embora, para sentir falta depois
Quero me abraçar com o travesseiro e acordar no ano q vem!
terça-feira, 21 de maio de 2013

Perfeito
Teve que ser exatamente como foi
E esquecido depois porque se foi
Nunca se questionado como tinha que ser
Nem perguntado como eu queria que fosse
Simplesmente todas as coisas se foram
Só resta a lembrança das vontades q vieram e não foram
Das promessas não cumpridas
Dos sonhos não realizados, apenas cobiçados
Sempre só cabe o vazio dentro do vazio
Saudades daquele tempo de deveria ser o melhor possível
E a vontade de querer algo melhor que aquilo
Mas nada deixou de ser perfeito
Todas as lembranças nunca serão esquecidas
E nunca existirá arrependimento por nada
E esquecido depois porque se foi
Nunca se questionado como tinha que ser
Nem perguntado como eu queria que fosse
Simplesmente todas as coisas se foram
Só resta a lembrança das vontades q vieram e não foram
Das promessas não cumpridas
Dos sonhos não realizados, apenas cobiçados
Sempre só cabe o vazio dentro do vazio
Saudades daquele tempo de deveria ser o melhor possível
E a vontade de querer algo melhor que aquilo
Mas nada deixou de ser perfeito
Todas as lembranças nunca serão esquecidas
E nunca existirá arrependimento por nada
segunda-feira, 20 de maio de 2013
Paradoxo
Mil Egos em uma platéia infame
Quem foi que perguntou o que eu não queria saber
Quem contestou as minhas obrigações, que só cabem a mim
Quem desmentiu as verdades, as minhas leis
Quem sou eu entre todos vocês!
Posso ser, você fúria estridente
O mar esta tao calmo, para ser você
Ou apenas o sol egocêntrico
Platéia, conheço cada um de vós
Conheço cada eu, como a mim mesmo
Mas agora eu não sou ninguém!
Serei apenas eu para todo sempre
Três mascaras vazias
A profusão paradoxal da própria existencia
Quem foi que perguntou o que eu não queria saber
Quem contestou as minhas obrigações, que só cabem a mim
Quem desmentiu as verdades, as minhas leis
Quem sou eu entre todos vocês!
Posso ser, você fúria estridente
O mar esta tao calmo, para ser você
Ou apenas o sol egocêntrico
Platéia, conheço cada um de vós
Conheço cada eu, como a mim mesmo
Mas agora eu não sou ninguém!
Serei apenas eu para todo sempre
Três mascaras vazias
A profusão paradoxal da própria existencia
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